Investiga, em contextos industriais B2B, o que um executor está tentando realizar: o seu job-to-be-done . Utiliza entrevistas e observação de campo, e produz um registro estruturado independente de soluções. O método dá ênfase ao trabalho analítico de tradução entre evidências e categorias do registro (dores, outcomes, aspectos emocionais e sociais), com foco em oportunidades de servitização que escapam ao mapeamento tradicional de processos.
Práticas: Serviços na servitização e no PSS: conceitos, tipologias e implicações
Analisa o papel dos serviços no contexto da servitização e dos sistemas produto-serviço (PSS), abordando suas características, tipologias, efeitos e formas de estruturação da oferta, além de esclarecer distinções conceituais relevantes para evitar ambiguidades.
Práticas: Paradoxos da servitização – Versão expandida
Esta seção discute o paradoxo financeiro da servitização, mostrando por que empresas que ampliam serviços podem não obter, no curto prazo, o retorno esperado. Também explica como outros paradoxos e fatores estratégicos, organizacionais, culturais e operacionais intensificam esse problema e apresenta medidas gerenciais para reduzir e administrar essas tensões.
Práticas: Paradoxos da servitização
Esta seção discute o paradoxo financeiro da servitização, mostrando por que empresas que ampliam serviços podem não obter, no curto prazo, o retorno esperado. Também explica como outros paradoxos e fatores estratégicos, organizacionais, culturais e operacionais intensificam esse problema e apresenta medidas gerenciais para reduzir e administrar essas tensões.
Práticas: Exemplos de sistemas produto-serviço (PSS)
Esses exemplos ilustram a diversidade de sistemas produto-serviço (PSS) que existem.
Práticas: Servitização e abordagens relacionadas
Esta seção expande o que foi apresentado na seção principal sobre servitização, mostrando os principais conceitos de abordagens, que se sobrepõem e complementam a servitização, como produtização, inovação do modelo de negócio, gestão da mudança, design organizacional, gestão de ecossistema, sustentabilidade, digitalização e fusões e aquisições.
Práticas: Arquitetura organizacional na servitização
A servitização exige uma revisão profunda da arquitetura organizacional das empresas orientadas a produtos. Esta seção apresenta como estrutura, processos, governança, cultura, papéis, competências e mecanismos de decisão precisam evoluir para sustentar serviços e soluções complexas. Discute modelos organizacionais, trajetórias de mudança e riscos de desservitização, oferecendo um quadro integrado para orientar decisões de transformação.
Práticas: Comunidades e linhas de pesquisa em servitização
Apresenta uma síntese das publicações que identificaram comunidades e linhas de pesquisa em servitização.
Práticas: Servitização versus Produtização
Explica as diferenças e inter-relações entre servitização e produtização, mostrando como empresas de produtos desenvolvem competências para oferecer serviços e, inversamente, como empresas de serviços empacotam suas ofertas. São apresentados exemplos práticos e dois tipos de produtização conforme o ponto de partida organizacional.
Práticas: Tipologia de Sistemas Produto-Serviço (PSS) da flexM4i
No primeiro nível traz as três categorias de PSS, derivadas da tipologia clássica de Tukker, que determinam três tipos de PSS. Define atributos complementares de PSS, derivados de outras classificações de PSS. Esses atributos servem para melhor categorizar um PSS. Sintetiza a tipologia proposta em uma matriz morfológica, que pode ser usada para categorização de uma oferta PSS.
Práticas: Tipologias de sistemas produto-serviço (PSS)
Descreve com detalhes a tipologia de PSS clássica de Tukker. Apresenta uma síntese das principais publicações que apresentam tipologias de serviços e de PSS. É a referência para a seção “Tipologia de PSS da flexM4i”, cuja proposta deriva desta síntese das tipologias.
Práticas: Oportunidades de aplicação da Inteligência Artificial na Servitização
Esta seção explora como diferentes tipos de serviços se beneficiam da Inteligência Artificial (IA) no contexto da servitização, com base na análise de seis casos práticos. São discutidas aplicações por tipo de serviço, capabilidades da IA, estratégias organizacionais, desafios enfrentados e oportunidades para ampliar o valor gerado ao cliente.
Práticas: Metodologia de servitização da flexM4i
Esta metodologia é composta por grupos de atividades, está integrada à flexM4i e propõe etapas de aplicação para especificar um projeto de servitização ou um processo de desenvolvimento de PSS. A integração com o framework de processos da flexM4i permite que ela seja inserida no contexto da gestão da inovação e se relacione com os processos de apoio transversais.
Práticas: Sistema Produto-Serviço (PSS)
É um modelo de negócio inovador para a oferta integrada de produtos e serviços. Traz várias vantagens, como, receita recorrente, menor impacto ambiental, maior oferta de valor, fidelização dos clientes, aumento do mercado etc.
Práticas: Servitização
É um processo de transformação de uma empresa orientada a produtos em uma empresa orientada à oferta de serviços, que envolve o design e implementação de novos serviços: derivados das competências internas da empresa, associados a produtos existentes, integrados à inovação do modelo de negócio com ou sem o design de um novo produto. Envolve a transformação de diversos elementos de negócios com o objetivo de criar, entregar e capturar valor.
