A servitização exige uma revisão profunda da arquitetura organizacional das empresas orientadas a produtos. Esta seção apresenta como estrutura, processos, governança, cultura, papéis, competências e mecanismos de decisão precisam evoluir para sustentar serviços e soluções complexas. Discute modelos organizacionais, trajetórias de mudança e riscos de desservitização, oferecendo um quadro integrado para orientar decisões de transformação.
Práticas: Metodologia para o estabelecimento de uma estrutura organizacional para inovação
Proposta para estruturar a função inovação na sua organização, especificando um sistema de gestão da inovação (SGI), representado por uma arquitetura organizacional. Esta metodologia oferece um passo a passo para criar uma estrutura alinhada ao contexto e aos objetivos estratégicos, fortalecendo a inovação de forma prática, progressiva e conectada ao ecossistema. Deve ser adaptada aos fatores contextuais de sua empresa e iniciativa de estruturação.
Práticas: Escritório de entrega de valor – VDO
Apresenta o conceito de Escritório de Entrega de Valor (VDO), discute suas funções, características e variações Mostra um modelo de maturidade de VDO, comparado com um modelo de PMO. Analisa sua aplicabilidade em contextos de inovação, produtos digitais e ofertas contínuas. Traz critérios para avaliar se — e quando — a migração para um VDO faz sentido. Também são propostas conexões com a governança da inovação e a gestão de portfólio orientada a fluxos de valor.
Práticas: Estruturas organizacionais segundo Mintzberg
Apresenta o modelo de estrutura organizacional proposto por Henry Mintzberg, incluindo suas partes constituintes, mecanismos de coordenação, configurações estruturais e fatores contextuais que influenciam sua adoção. Apesar das críticas que listamos, o modelo mantém relevância prática por sua capacidade de interpretar estruturas híbridas e dinâmicas contemporâneas, como apresentado nesta seção.
Práticas: Escritório de projetos – PMO
Esta seção explora como diferentes configurações de Escritórios de Projetos (PMOs) podem moldar a capacidade da organização de executar sua estratégia (desenvolver projetos), promover a governança e, assim, impulsionar a inovação. Ao apresentar desde estruturas tradicionais até modelos emergentes mais flexíveis e orientados por valor, o conteúdo oferece subsídios para refletir sobre o papel do PMO na articulação entre iniciativas inovadoras e a disciplina da gestão de projetos.
Práticas: Arquitetura organizacional
Esta seção localiza e diferencia a arquitetura organizacional com relação a outras arquiteturas componentes do negócio e mostra a articulação entre ela e o design organizacional, que às vezes é considerado um sinônimo da arquitetura organizacional. Descreve ainda os seus componentes. No final, discute por que e como definir uma arquitetura.
Práticas: Desvendando a cultura organizacional para inovação: Modelo Iceberg
Esta seção descreve aos poucos as partes de um modelo inspirado no conceito de um iceberg para explicar diversos aspectos que podem influenciar uma cultura organizacional orientada para inovação.
Práticas: Liderança para sustentabilidade
A liderança é um dos aspectos chave do design organizacional e foi apresentada em outra seção juntamente com a discussão “gestão versus liderança”. A seção atual foca somente nas características da liderança para a implementação da sustentabilidade em organizações.
Práticas: A complementaridade entre gestão e liderança
A liderança é um dos aspectos chave do design organizacional. No entanto, ela deve estar associada com o conceito de gestão. Sempre fica a questão na definição de cargos, principalmente na gestão da inovação, se devemos dar mais ênfase a líderes ou gestores. Esta seção discute as características da gestão e da liderança, mostrando que são conceitos distintos mas complementares Mostramos também como esses conceitos se articulam com outros aspectos organizacionais, pois essa é uma questão complexa e multifacetada.
Práticas: Visão sistêmica das perspectivas de pessoas e organização
Este ensaio mostra uma visão sistêmica estrutural e estática que relaciona alguns elementos da perspectiva de pessoas e organização das empresas, que no fundo são os elementos básicos para qualquer empresa. Sem eles, os elementos de negócio das outras perspectivas não desempenham satisfatoriamente.
Práticas: Clima organizacional e estilos de liderança
O clima organizacional influencia os comportamentos dos membros da organização. O estilo de liderança é a forma como um líder orienta suas ações e decisões, moldando o ambiente e a dinâmica da equipe dentro da organização. Esses elementos do design organizacional são tratados de forma integrada, pois há uma sinergia entre eles. Mostramos como eles devem ser alinhados e complementados pelos perfis de profissionais da inovação. Listamos ainda ações para melhorar o clima organizacional e promover uma cultura de colaboração e segurança psicológica.
Práticas: Os 10 perfis de profissionais de inovação
Esses perfis de profissionais de inovação podem ser usados para você configurar o seu time de inovação ou estruturar a sua empresa para que esses perfis estejam presentes. Mostramos a articulação desses perfis com a liderança, ao integrar com a seção de Estilos de liderança e clima organizacional.
Práticas: “Espaço” de inovação
É um espaço destinado a criar um ambiente propício à inovação, que fomente a comunicação, interação, motivação e engajamento das pessoas, assim como a inspiração para obtenção de insights e a realização de experimentações por meio da construção de provas de conceito, MVPs e protótipos.
Práticas: “Setor” de inovação
A inovação pode ser orquestrada por um “setor” centralizado com o cuidado para não inibir a inovação dentro da empresa.
Práticas: “Área” de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)
Pesquisa e desenvolvimento é representado por um acrônimo clássico da inovação (P&D), que usamos para denominar uma unidade organizacional, onde se realizam as pesquisas e desenvolvimentos de tecnologias, produtos, serviços, processos etc. Este termo pode ser repensado no contexto da inovação aberta com a articulação da inovação / empreendedorismo corporativo e o ecossistema.
Práticas: Gestão da Mudança
Esta abordagem está centrada na forma como as pessoas são afetadas por um processo de mudança organizacional. Algumas mudanças podem ser conduzidas por meio de projetos, considerando os aspectos tecnológicos e comportamentais. Mudanças maiores, exigem um portfólio de projetos estratégicos; podem ser entendidas como uma transformação organizacional que objetiva atingir uma visão de longo prazo e manter o seu propósito evolutivo.
Práticas: Ambidestria Organizacional
A ambidestria organizacional é a capabilidade de uma organização explorar o negócio existente (exploitation) e ao mesmo tempo explorar um novo negócio inexistente (exploration).
