O Fit Framework é utilizado como modelo de referência para organizar e orientar a aplicação de diversas metodologias de inovação ao longo do ciclo de vida da startup, apoiando decisões estratégicas baseadas em evidências. Este framework é um processo iterativo de aprendizado validado em ambientes de incerteza. Ele integra metodologias e métodos amplamente utilizados, como Desenvolvimento de Clientes, Lean Startup (Ciclo Construir–Medir–Aprender), Lean Canvas, Design Thinking, abordagens Ágeis, Metodologias Híbridas, Experimentação Contínua, Product Discovery, Data Driven e IA Generativa.
Práticas: Metodologias de desenvolvimento de startups
As metodologias de desenvolvimento de startups surgem como respostas estruturadas à incerteza dos mercados contemporâneos. A evolução vai do modelo Cascata às abordagens Ágeis, Customer Development e Lean Startup, incorporando ferramentas como Business Model Canvas e Lean Canvas. Na atualidade, integram-se ao Design Thinking, Product Discovery, cultura Data-Driven e Inteligência Artificial Generativa, ampliando a capacidade de experimentação e aprendizado. Esta seção traz um panorama dessas metodologias e indica fontes de leituras adicionais.
Práticas: Abordagens e metodologias que incorporam a gestão de requisitos
Esta seção é um complemento da seção principal sobre gestão de requisitos, que introduz essa abordagem. Esta seção apresenta as articulações da gestão de requisitos com diversas abordagens e metodologias de desenvolvimento de soluções
Práticas: Metodologia de servitização da flexM4i
Esta metodologia é composta por grupos de atividades, está integrada à flexM4i e propõe etapas de aplicação para especificar um projeto de servitização ou um processo de desenvolvimento de PSS. A integração com o framework de processos da flexM4i permite que ela seja inserida no contexto da gestão da inovação e se relacione com os processos de apoio transversais.
Práticas: Adotar e combinar métodos e ferramentas existentes?
Existem muitos métodos e ferramentas de design e inovação, que algumas vezes são “empacotados(as)” em metodologias ou processos. Como lidar com esses métodos e ferramentas?
Práticas: Metodologia de adaptação dos processos de inovação aos fatores contextuais
Não existem processos universais que podem ser aplicados a quaisquer fatores contextuais e tipos de inovação. Esta metodologia utiliza os conceitos da teoria da contingência e detalha as atividades de adaptação dos processos aos fatores contextuais citada no capítulo sobre gestão da inovação.
Práticas: Metodologias de execução de estratégias
A taxa de falhas na execução das estratégias varia de 30% a 90%. Essas metodologias alinham e conectam as estratégias, objetivos estratégicos, metas, resultados e indicadores. Algumas propõem acompanhar a implementação das estratégias com uma frequência quinzenal.
Práticas: OKRs – objetivos e resultados chave
Propõe a definição de objetivos orientados às estratégias e a relação desses objetivos com resultados (key results) mensuráveis, que devem ser controlados frequentemente para acompanhar a execução das estratégias.
Práticas: Design Thinking
Design thinking é uma abordagem ampla, que deu origem a muitas metodologias centradas no usuário para entendimento e ideação. Serve tanto para as fases iniciais da inovação, como para a resolução de problemas em geral.
