Práticas com a tag desenvolvimento

Práticas: Fit framework para desenvolvimento de startups

O Fit Framework é utilizado como modelo de referência para organizar e orientar a aplicação de diversas metodologias de inovação ao longo do ciclo de vida da startup, apoiando decisões estratégicas baseadas em evidências. Este framework é um processo iterativo de aprendizado validado em ambientes de incerteza. Ele integra metodologias e métodos amplamente utilizados, como Desenvolvimento de Clientes, Lean Startup (Ciclo Construir–Medir–Aprender), Lean Canvas, Design Thinking, abordagens Ágeis, Metodologias Híbridas, Experimentação Contínua, Product Discovery, Data Driven e IA Generativa.

Práticas: Metodologias de desenvolvimento de startups

As metodologias de desenvolvimento de startups surgem como respostas estruturadas à incerteza dos mercados contemporâneos. A evolução vai do modelo Cascata às abordagens Ágeis, Customer Development e Lean Startup, incorporando ferramentas como Business Model Canvas e Lean Canvas. Na atualidade, integram-se ao Design Thinking, Product Discovery, cultura Data-Driven e Inteligência Artificial Generativa, ampliando a capacidade de experimentação e aprendizado. Esta seção traz um panorama dessas metodologias e indica fontes de leituras adicionais.

Práticas: O modelo stage-gate

Stage-gate ® é um modelo de referência para o processo tradicional de desenvolvimento de produtos, muito conhecido e difundido. Muitas vezes, ele é mencionado como um modelo “antigo” e ultrapassado, que engessa o desenvolvimento e a inovação. Nesta seção, apresentamos seus conceitos introdutórios e sua evolução para mostrar que ele veio se adaptando às novas abordagens e práticas de gestão e, portanto, ainda é atual.

Práticas: Estratégia ETO – Engineer-to-order

ETO é uma das estratégias de atendimento de pedidos de clientes, que ocorre quando a empresa oferece aos clientes a possibilidade de realizar desenvolvimentos sob encomenda. Após o recebimento do pedido de compra do cliente (order), o desenvolvimento específico para o cliente se inicia. O resultado é um produto ou serviço customizado para as necessidades específicas do cliente.

Práticas: Radar da embalagem

Este radar é um modelo de referência para o projeto de embalagens ambientalmente sustentáveis com ênfase no ciclo de vida e suporte teórico. O radar estrutura conhecimentos que estão dispersos na literatura acadêmica relacionados com: funções e classes das embalagens, materiais e processos, stakeholders, requisitos ambientais e logística. Tais conhecimentos foram contextualizados pelas oito etapas do ciclo de vida, desde a extração da matéria prima até o pós- uso.

Práticas: Relação do FMEA e o APQP

O FMEA é um dos métodos propostos pelo modelo APQP (advanced product quality planning) da norma IATF 16949:2016. O APQP pode ser considerado uma referência para a definição de processos de desenvolvimento de produtos da indústria automobilística. Esta seção apresenta de forma sucinta, em quais momentos do APQP podemos aplicar o FMEA.

Práticas: Processo de Aprovação de Peças de Produção (PPAP)

Padroniza a submissão de itens entre fornecedor e cliente, geralmente uma montadora de automóveis, setor de onde surgiu essa metodologia. Essa submissão compreende o encaminhamento de vários documentos especificados no PPAP. Conforme o nível de classificação do item, certos documentos não precisam ser enviados, mas devem ser guardados para fins de auditoria do cliente. O PPAP contribui para a gestão da qualidade entre parceiros de uma cadeia de suprimentos.

Práticas: Design for six sigma

O DFSS surgiu da metodologia de qualidade Seis Sigma e estabelece processos alternativos ao Define-Measure-Analyze-Improve-Control (DMAIC) voltados ao desenvolvimento (design) de novos produtos e/ou processos de fabricação, com a aplicação de técnicas estatísticas para “projetar corretamente pela primeira vez” minimizando o efeito de fontes de vulnerabilidades do design que podem se propagar para a produção e fase de uso dos produtos.

Práticas: Método Taguchi

Método popular para otimização de qualidade que visa reduzir as variações e efeitos indesejáveis das características críticas de um produto ou processo. Resulta em produtos ou processos robustos menos sensíveis a fatores ruídos, que afetam os produtos mas que não podem ser controlados. Possui, no entanto, limitações que podem levar a resultados não confiáveis.

Práticas: Developer Roadmaps

Traz uma série de roadmaps, melhores práticas, guias e vídeos de acesso gratuito para você se tornar um desenvolvedor de soluções de tecnologia de informação e comunicação.

Práticas: “Área” de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D)

Pesquisa e desenvolvimento é representado por um acrônimo clássico da inovação (P&D), que usamos para denominar uma unidade organizacional, onde se realizam as pesquisas e desenvolvimentos de tecnologias, produtos, serviços, processos etc. Este termo pode ser repensado no contexto da inovação aberta com a articulação da inovação / empreendedorismo corporativo e o ecossistema.

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